Os dias passam depressa.
São como uma onda rápida que passa pelo corpo do banhista, sem que haja um grande impacto...
Mas o banhista sabe que a onda passou...
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Recife
"Voltei, Recife
Foi a saudade
Que me trouxe pelo braço
Quero ver novamente 'Vassoura'
Na rua abafando
Tomar umas e outras
E cair no passo"
Não estamos em época de carnaval, nem em carnaval fora de época.
As ruas não estão "cobertas" de pessoas em fantasias coloridas...
Os carros não são alegóricos e tocadores de "marchinhas"
O pernambucano descansa em sua casa, e o carnaval é um sonho "distante".
Mas para mim o carnaval é hoje. É agora. É amanhã e depois... E assim consecutivamente até o dia 1º de agosto.
Não sei dançar, mas sei que meu coração "freva" valente dentro do meu peito.
A alegria me consome desde o momento em que vi as luzes da cidade, do alto do céu escuro, dentro de um avião.
A alma inquieta se encontra, se reconhece em cada rua, cada árvore, cada pedaço do "tudo" que forma a cidade do Recife.
Enfim, minha alma retorna ao seu lar.
Foi a saudade
Que me trouxe pelo braço
Quero ver novamente 'Vassoura'
Na rua abafando
Tomar umas e outras
E cair no passo"
Não estamos em época de carnaval, nem em carnaval fora de época.
As ruas não estão "cobertas" de pessoas em fantasias coloridas...
Os carros não são alegóricos e tocadores de "marchinhas"
O pernambucano descansa em sua casa, e o carnaval é um sonho "distante".
Mas para mim o carnaval é hoje. É agora. É amanhã e depois... E assim consecutivamente até o dia 1º de agosto.
Não sei dançar, mas sei que meu coração "freva" valente dentro do meu peito.
A alegria me consome desde o momento em que vi as luzes da cidade, do alto do céu escuro, dentro de um avião.
A alma inquieta se encontra, se reconhece em cada rua, cada árvore, cada pedaço do "tudo" que forma a cidade do Recife.
Enfim, minha alma retorna ao seu lar.
sábado, 26 de junho de 2010
Beber, gostar, socializar.
Beber... Não é virar copos, entornar canecos, e esvaziar garrafas.
Não é ficar caído no chão, passando mal...
Não é virar o cara mais chato da festa.
Ou o mais "legal"...
Beber é um ritual.
É um ritual que deve ser respeitado.
É um ritual de SOCIABILIZAÇÃO.
É um momento onde você deve sentar com seus amigos,conversar, trocar ideias... E entre uma confabulação e outra... Um golinho... Um petisco.
Beber não é para qualquer pessoa.
É preciso ter paciência, é preciso ter consciência.
E o mais importante...
Precisa gostar, de fato.
Quem não gosta da bebida... Bebe apenas pra se mostrar... E esses são babacas.
Você sabe que gosta dela, quando você começa a diferenciar os sabores, as características próprias de cada uma.
Em suma: Beber é uma arte.
E minha "arte" favorita é a cerveja.
Sou apaixonado por ela e não abro mão.
Um brinde à única "loura" que me permite momentos de ebriedade.
Não é ficar caído no chão, passando mal...
Não é virar o cara mais chato da festa.
Ou o mais "legal"...
Beber é um ritual.
É um ritual que deve ser respeitado.
É um ritual de SOCIABILIZAÇÃO.
É um momento onde você deve sentar com seus amigos,conversar, trocar ideias... E entre uma confabulação e outra... Um golinho... Um petisco.
Beber não é para qualquer pessoa.
É preciso ter paciência, é preciso ter consciência.
E o mais importante...
Precisa gostar, de fato.
Quem não gosta da bebida... Bebe apenas pra se mostrar... E esses são babacas.
Você sabe que gosta dela, quando você começa a diferenciar os sabores, as características próprias de cada uma.
Em suma: Beber é uma arte.
E minha "arte" favorita é a cerveja.
Sou apaixonado por ela e não abro mão.
Um brinde à única "loura" que me permite momentos de ebriedade.
sábado, 19 de junho de 2010
Música
É maravilhosa a sensação que traz a música...
Como ela inspira... Como ela transporta... Como ela conforta.
Tem músicas que vão fundo na sua alma... Lhe levam à lugares, lembranças, emoções.
Ouvir uma boa música não é algo que qualquer pessoa possa fazer.
Não falo de "intelectualidade musical", falo de apreciação, de paixão, de entrega...
"Ouvir"... Não é a melhor forma de expressar como a música deve ser apreciada.
A música deve, não só ser ouvida, ser saboreada, sentida, visualizada.
Acho que a música não é algo que possa ser criado... De alguma forma ela é algo que já está "lá"... Apenas esperando que algum ser iluminado decifre a sua melodia e harmonia.
O amor que eu tenho por ela me molda, me consome, me recria... É a voz de Deus a todo instante passando pelos meus ouvidos, nas mais diversas intensidades e frequencias.
A música é a arte pura, em sua forma mais tocante e discreta. É a arte para poucos, disfarçada de "arte das massas".
Agora... Deixo as últimas reticências falarem por mim aquilo que não tenho capacidade de dizer.
...
"A música é capaz de reproduzir em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria." Ludwig van Beethoven" (1770-1827)
Como ela inspira... Como ela transporta... Como ela conforta.
Tem músicas que vão fundo na sua alma... Lhe levam à lugares, lembranças, emoções.
Ouvir uma boa música não é algo que qualquer pessoa possa fazer.
Não falo de "intelectualidade musical", falo de apreciação, de paixão, de entrega...
"Ouvir"... Não é a melhor forma de expressar como a música deve ser apreciada.
A música deve, não só ser ouvida, ser saboreada, sentida, visualizada.
Acho que a música não é algo que possa ser criado... De alguma forma ela é algo que já está "lá"... Apenas esperando que algum ser iluminado decifre a sua melodia e harmonia.
O amor que eu tenho por ela me molda, me consome, me recria... É a voz de Deus a todo instante passando pelos meus ouvidos, nas mais diversas intensidades e frequencias.
A música é a arte pura, em sua forma mais tocante e discreta. É a arte para poucos, disfarçada de "arte das massas".
Agora... Deixo as últimas reticências falarem por mim aquilo que não tenho capacidade de dizer.
...
"A música é capaz de reproduzir em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria." Ludwig van Beethoven" (1770-1827)
Conchas Ocas.
Alguem já parou para pensar em quanto tempo se passa pensando?
E o que existe quando não há pensamento?
A ação?
O puro instinto?
Ou apenas o vazio?
Seres humanos são um complexo emaranhado de sentimentos, experiências, cargas, matéria, tecidos... E são, também, um complexo vazio.
Na falta do pensamento, na ausência do momento, no "não ter atitude"... Somos todos iguais.
Conchas ocas, cheias de ar.
E o que existe quando não há pensamento?
A ação?
O puro instinto?
Ou apenas o vazio?
Seres humanos são um complexo emaranhado de sentimentos, experiências, cargas, matéria, tecidos... E são, também, um complexo vazio.
Na falta do pensamento, na ausência do momento, no "não ter atitude"... Somos todos iguais.
Conchas ocas, cheias de ar.
sábado, 12 de junho de 2010
: >> << :

Não é fácil prever certos acontecimentos.
Há coisas que simplesmente... Acontecem.
Possibilidades impensadas revelam-se de supetão, como sendo respostas.
Assim é a paixão.
Pega-nos pelos calcanhares e nos vira de ponta cabeça.
Não adianta lutar, não adianta resistir...
É como um nó traiçoeiro... Quanto mais você tenta evitá-lo, mais ele lhe sufoca.
Mas tem um determinado momento, onde a agonia dá lugar ao êxtase.
E é uma das melhores sensações do mundo, o estar apaixonado.
"Só sabe quem namora."
A pior coisa do mundo, é apaixonar-se por alguém que já possui namorado.
Você fica doido para estar com ela, mas sabe que é errado... Você tenta não demonstrar que gosta, mas ao mesmo tempo parece se deixar trair à todo instante.
Rezas são feitas a todo instante... Rezas pela felicidade dela e que, de preferência, essa felicidade seja ao seu lado.
Estar apaixonado é se jogar de cabeça no meio do escuro... Sem saber se o que vai aparar a queda é pedra ou é água.
:*:
Há coisas que simplesmente... Acontecem.
Possibilidades impensadas revelam-se de supetão, como sendo respostas.
Assim é a paixão.
Pega-nos pelos calcanhares e nos vira de ponta cabeça.
Não adianta lutar, não adianta resistir...
É como um nó traiçoeiro... Quanto mais você tenta evitá-lo, mais ele lhe sufoca.
Mas tem um determinado momento, onde a agonia dá lugar ao êxtase.
E é uma das melhores sensações do mundo, o estar apaixonado.
"Só sabe quem namora."
A pior coisa do mundo, é apaixonar-se por alguém que já possui namorado.
Você fica doido para estar com ela, mas sabe que é errado... Você tenta não demonstrar que gosta, mas ao mesmo tempo parece se deixar trair à todo instante.
Rezas são feitas a todo instante... Rezas pela felicidade dela e que, de preferência, essa felicidade seja ao seu lado.
Estar apaixonado é se jogar de cabeça no meio do escuro... Sem saber se o que vai aparar a queda é pedra ou é água.
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Especial - Dia dos Namorados (Desilusão)
Não tinha mais que dez anos de idade, quando senti pela primeira vez a vontade de não existir.
Mas, que motivo tremendo seria esse? Tão forte a ponto de fazer uma criança querer negligenciar sua própria existência?
Ora, não é óbvio?
Só posso estar falando do primeiro amor...
Não o primeiro de todos, mas o primeiro de muitos não correspondidos.
Amar por si só já é uma faca de dois "legumes" (Parafraseando um trecho de verso da música "Lá vem o Alemão" dos Mamonas Assassinas), mas amar com 10 anos e poucos, sendo gordinho, nerd e romântico? Isso é uma faca de dois gumes e duas faces repletas de espinhos metálicos.
Nessa época, vivia na mais pura idealização... Meus olhos eram câmeras de alta definição, captando cada movimento dela, quadro à quadro. Era uma deusa dourada de 10 anos.
Sentir seu cheiro era como parar de respirar, de tão bom, o perfume sufocava e inebriava os sentidos.
E ela? O que pensava de mim? O que ela via quando me olhava? Bem, o que pensava... Só posso supor. O que via? Um gordinho atordoado e disposto à tudo, fazendo coisas que conquistariam qualquer mulher adulta em 1920. Em suma... Ela tinha a visão da personificação do ridículo... Tendo por forma: EU.
Para encurtar a história. Ao saber que ela, minha musa, havia beijado meu mais novo (E futuro melhor...) amigo... Entrei em parafuso.
Chorei ao fim das aulas do dia, no meio do pátio, como apenas um novato no mundo das desilusões amorosas faria.
Me escondi, cheguei a pedir que "dessem cabo da minha vida".
Doía a "perda" de algo que nunca foi possuído e doía a ridícula situação a qual estava me submetendo.
Hoje, olho para trás e rio com gosto das minhas peripécias, ingênuidade e idealismo. Essa época era boa e eu não sabia.
Mesmo com meus quase "20 e poucos", com alguns casos e tantos amores... Não mudei, exceto com relação ao excesso de gordura. E também com relação ao não dar mais vazão à estúpida vontade de querer abrir mão da minha vida em momentos de desespero.
Continuo "nerd" (Mas sem a maravilhosa parte das boas notas.) e romântico.
Continuo à cortejar com todos os requintes de um cavalheiro de épocas mais polidas. E continuo solteiro, buscando no corpo de cada mulher a minha "alma gêmea".
Feliz dia dos namorados.
Mas, que motivo tremendo seria esse? Tão forte a ponto de fazer uma criança querer negligenciar sua própria existência?
Ora, não é óbvio?
Só posso estar falando do primeiro amor...
Não o primeiro de todos, mas o primeiro de muitos não correspondidos.
Amar por si só já é uma faca de dois "legumes" (Parafraseando um trecho de verso da música "Lá vem o Alemão" dos Mamonas Assassinas), mas amar com 10 anos e poucos, sendo gordinho, nerd e romântico? Isso é uma faca de dois gumes e duas faces repletas de espinhos metálicos.
Nessa época, vivia na mais pura idealização... Meus olhos eram câmeras de alta definição, captando cada movimento dela, quadro à quadro. Era uma deusa dourada de 10 anos.
Sentir seu cheiro era como parar de respirar, de tão bom, o perfume sufocava e inebriava os sentidos.
E ela? O que pensava de mim? O que ela via quando me olhava? Bem, o que pensava... Só posso supor. O que via? Um gordinho atordoado e disposto à tudo, fazendo coisas que conquistariam qualquer mulher adulta em 1920. Em suma... Ela tinha a visão da personificação do ridículo... Tendo por forma: EU.
Para encurtar a história. Ao saber que ela, minha musa, havia beijado meu mais novo (E futuro melhor...) amigo... Entrei em parafuso.
Chorei ao fim das aulas do dia, no meio do pátio, como apenas um novato no mundo das desilusões amorosas faria.
Me escondi, cheguei a pedir que "dessem cabo da minha vida".
Doía a "perda" de algo que nunca foi possuído e doía a ridícula situação a qual estava me submetendo.
Hoje, olho para trás e rio com gosto das minhas peripécias, ingênuidade e idealismo. Essa época era boa e eu não sabia.
Mesmo com meus quase "20 e poucos", com alguns casos e tantos amores... Não mudei, exceto com relação ao excesso de gordura. E também com relação ao não dar mais vazão à estúpida vontade de querer abrir mão da minha vida em momentos de desespero.
Continuo "nerd" (Mas sem a maravilhosa parte das boas notas.) e romântico.
Continuo à cortejar com todos os requintes de um cavalheiro de épocas mais polidas. E continuo solteiro, buscando no corpo de cada mulher a minha "alma gêmea".
Feliz dia dos namorados.
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